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DmC
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Dante Sparda
Jackpot.




RolePlayer DOADOR

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DmC
[Esse rpg é fechado e não aceita novos jogadores.]



Entrava numa loja, vestido com roupas que normalmente não usaria. Kit social completo, com direito a gravata e cabelo penteado pro lado com gel. Um homem o acompanhava, parecendo nervoso enquanto falava coisas inúteis sem parar em um tom um tanto esganiçado.
Suspirava, fechando os olhos um instante quando o outro os dava as costas, profundamente frustrado com sua presença. Não entendia como tinha trabalhado nisso por tantos anos...
Porque não tinha. Só não lembrava disso.

- O senhor gostou da nova cara do lugar? Nós refizemos as paredes que tinham sido destruídas por aquelas coisas, e mudamos a tinta e... Algumas coisas que não eram muito chamativas para uma loja, entende?

O sujeito que o acompanhava se virou, o fazendo abrir os olhos novamente. Ergueu levemente a sobrancelha, começando a aceitar a hipótese de que o sujeito fosse louco, visto que vivia lhe dizendo coisas que não lhe faziam o menor sentido.

- Claro. Ficou bem... Melhor?

Respondeu em um tom de dúvida, olhando o local em si. Não lembrava de nunca ter pisado naquela loja ou sequer naquela rua antes. O outro não se incomodou nem um pouco com o tom de dúvida, simplesmente parecendo aliviado enquanto tirava uma chave do bolso e deixava sobre uma mesa perto dos dois.

- Ótimo! Então eu vou deixá-lo a sós pra poder decidir como será seu dia a dia de agora em diante, ok? Por favor não esqueça de nos ligar caso precise de algo ou tenha alguma dúvida ou dores de cabeça, até mais!

O homem não esperava que ele respondesse, saindo com tanta pressa da loja que parecia ter alergia ao local. Ou a ele, vai saber.
Enquanto Dante ia investigar o resto da loja, o outro já seguia pelo final da rua, sacando o celular do bolso. O sorriso nervoso de antes era trocado por uma expressão séria, assim como seu tom de voz.

- Pelo visto ele não lembra nem mesmo da loja. Estamos seguros, ele é um cachorrinho perfeito, não recusou nada do que eu disse a ele. Até as roupas ele aceitou usar. Diga ao Ryan que provavelmente já podemos começar os exames, não será necessário aquelas bobagens de adaptação que a gerência estava enchendo o saco exigindo.

Assim que o celular era fechado, longe dali, uma mulher se erguia da cadeira de escritório em que estivera o dia inteiro esperando novidades, indo avisar fosse quem fosse o tal Ryan que o objeto de estudos já estava pronto pra virar uma ameba num frasquinho ambulante.
Seguiu por corredores mistos de tons claros e escuros, ignorando os painéis de estudos de outros casos que a cercavam, até finalmente chegar na sala desejada. Bateu duas vezes na porta antes de entrar.

- Senhor Ulrich? Adam acaba de ligar dizendo que o objeto de estudo já está pronto pra exames. O que o senhor deseja que seja feito?

A mulher observava as costas de uma cadeira alta. Lá no fundo, achava cringe essas cenas de mafioso de filme de ação, mas seu salário era bom demais pra se arriscar a fazer comentários.
Na cadeira, um homem fumava um charuto enquanto observava o trecho da cidade que podia ver dali. Estavam em um prédio alto, então boa parte da cidade jazia a seus pés.

- Paciência. É ótimo que Dante já esteja pronto, mas eu não concordo que esteja. Não temos testes o suficiente com exposições a coisas que possam trazer a memória dele de volta... Se ele realmente for alguma coisa relacionada ao demônio, duvido que seja boa ideia inventar de enfiar uma agulha no braço dele antes de termos tido mais experiências com dia a dia. Não queremos que ninguém morra porque queria sair mais cedo do trabalho, não é?

Virava a cadeira o suficiente para lançar um olhar neutro a ela. A mulher apenas assentia em silêncio, se perguntando se aquilo era uma indireta, e fechava a porta antes de sair. Enquanto ela sacava o celular do bolso, Dante se sentava na cadeira diante da mesa do "escritório"... Quer dizer, era uma loja. Mas não parecia uma loja. Não pra ele, pelo menos, o que era estranho já que pelo que tinha entendido tinha trabalhado com lojas desde criança.

- ... Podia pelo menos ter música.

Resmungava pra si mesmo, roçando o indicador na mesa como uma criança desapontada.
10/11/2016 23:13
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Vergil
Vazio
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RolePlayer DOADOR

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Pronome: Pergunte
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RE: DmC
(...) Após o confronto com Dante, pensei remotamente que minha vida se acabaria a beira do precipício — Assim que finalmente cheguei até o local desejado. - Mas, para minha surpresa tudo aquilo, que eu achei nos meus primeiros segundos, eram apenas ilusões. Lutei e massacrei diversões demônios que meu irmão e eu matamos no mundo dos Humanos nos quais reencontrei no Inferno. Me fortaleci e ganhei mais experiência. Não minto, que isso me deu mais poder e ganancia. Alcancei o que o destino reservou ao meu alcance, que foi a herança do meu Pai Sparda, na qual Dante não quis saber. Pude pegá-la, antes que outro demônio qual quer pudesse possuísse.

Confrontos do passado surgiam no local, e por causa dessa rebelião de domínio de poder, Vergil não pôde se quer voltar ao mundo dos humanos com essa herança, já que descobriu que ela pertencia apenas aquele mundo. Mas devido a esse poder que conquistou por lá, e as grandes experiências, fizestes também um filho, que ninguém — Além dele — Estava sabendo, para poder honrar o nome da família.

Ele jamais disse a Dante que voltaria a vê-lo, mas não poderia afirmar que; seus destinos estavam entrelaçados. Novamente Vergil, por volta das 03:11 da madrugada estava ele sobre a terra entre os mortais. O portal se cessava, mas dessa vez para sempre com o celo de Vergil junto as pedras que Sparda havia dado aos filhos.

Dante, eu voltei. — Essas foram suas últimas palavras, antes de começar a sua incansavel procura pelo irmão mais novo.

[Imagem: tumblr_mhlzvnU6aX1r0lwogo1_400.gif]
10/11/2016 23:47
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